A história dos sistemas operacionais
Descubra quais os principais sistemas operacionais que marcaram época
Atualmente, os sistemas operacionais (SO) estão cada vez mais fáceis de usar, possuindo interfaces muito simples e bonitas. Contudo, todas estas funcionalidades não surgiram do nada, foram evoluindo com o tempo. Por exemplo, a bela interface gráfica do Windows Vista é resultado de mais de 20 anos de desenvolvimento, desde as primeiras versões deste SO. Por isso, criamos este artigo que conta a história dos sistemas operacionais, incluindo os principais representantes de cada época.
Sistema operacional não é a maquina
Atualmente, ainda são comuns alguns equívocos em relação ao sistema operacional. Por exemplo, todos alguma vez já ouviram um diálogo como este:
- Que computador você irá comprar?
- Vou comprar o Windows.
O diálogo acima demonstra um erro muito comum no mundo da informática: pensar que o sistema operacional é a máquina em si. Basicamente, o computador é composto por duas grandes categorias: hardware e software. A primeira delas se refere à parte física da máquina, ou seja, o que pode ser tocado fisicamente. Já a segunda abrange a parte lógica responsável por realizar tarefas, utilizando-se do hardware para a realização de suas tarefas.
Por isso, sistemas operacionais como o Windows, Linux ou o MAC OS, são apenas softwares que gerenciam toda a atividade do hardware, mas não o computador em si. Consequentemente, em um PC que contenha um dos SOs citados acima, quase sempre é possível instalar outro.
Sistemas operacionais primitivos
Primeiramente, vamos tratar sobre a gênese dos sistema operacionais, abordando a forma como eram desenvolvidos nas décadas de cinquenta, sessenta e setenta.
Máquinas que não usavam SO
A primeira geração da computação moderna (1945-1955) não trabalhava com o conceito de sistema operacional propriamente dito, visto que as operações eram setadas através de hardware. Por exemplo, chaves, quilômetros de fios e luzes de aviso, como na foto abaixo do Eniac. Nesse período, era muito comum que a mesma pessoa projetasse, programasse e utilizasse os computadores. A principal implicação desta abordagem é o fato de que era muito difícil criar rotinas programáveis, exigindo trabalho intenso dos operadores de máquinas.
Atualmente, os sistemas operacionais (SO) estão cada vez mais fáceis de usar, possuindo interfaces muito simples e bonitas. Contudo, todas estas funcionalidades não surgiram do nada, foram evoluindo com o tempo. Por exemplo, a bela interface gráfica do Windows Vista é resultado de mais de 20 anos de desenvolvimento, desde as primeiras versões deste SO. Por isso, criamos este artigo que conta a história dos sistemas operacionais, incluindo os principais representantes de cada época.
Sistema operacional não é a maquina
Atualmente, ainda são comuns alguns equívocos em relação ao sistema operacional. Por exemplo, todos alguma vez já ouviram um diálogo como este:
- Que computador você irá comprar?
- Vou comprar o Windows.
O diálogo acima demonstra um erro muito comum no mundo da informática: pensar que o sistema operacional é a máquina em si. Basicamente, o computador é composto por duas grandes categorias: hardware e software. A primeira delas se refere à parte física da máquina, ou seja, o que pode ser tocado fisicamente. Já a segunda abrange a parte lógica responsável por realizar tarefas, utilizando-se do hardware para a realização de suas tarefas.
Por isso, sistemas operacionais como o Windows, Linux ou o MAC OS, são apenas softwares que gerenciam toda a atividade do hardware, mas não o computador em si. Consequentemente, em um PC que contenha um dos SOs citados acima, quase sempre é possível instalar outro.
Sistemas operacionais primitivos
Primeiramente, vamos tratar sobre a gênese dos sistema operacionais, abordando a forma como eram desenvolvidos nas décadas de cinquenta, sessenta e setenta.
Máquinas que não usavam SO
A primeira geração da computação moderna (1945-1955) não trabalhava com o conceito de sistema operacional propriamente dito, visto que as operações eram setadas através de hardware. Por exemplo, chaves, quilômetros de fios e luzes de aviso, como na foto abaixo do Eniac. Nesse período, era muito comum que a mesma pessoa projetasse, programasse e utilizasse os computadores. A principal implicação desta abordagem é o fato de que era muito difícil criar rotinas programáveis, exigindo trabalho intenso dos operadores de máquinas.


