Fagner Mota
Aula 01 | Programação de Computadores
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Fagner Mota
A história dos sistemas operacionais
Descubra quais os principais sistemas operacionais que marcaram época
Atualmente,
os sistemas operacionais (SO) estão cada vez mais fáceis de usar,
possuindo interfaces muito simples e bonitas. Contudo, todas estas
funcionalidades não surgiram do nada, foram evoluindo com o tempo. Por
exemplo, a bela interface gráfica do Windows Vista é resultado de mais
de 20 anos de desenvolvimento, desde as primeiras versões deste SO. Por
isso, criamos este artigo que conta a história dos sistemas
operacionais, incluindo os principais representantes de cada época.
Sistema operacional não é a maquina
Atualmente, ainda são comuns alguns equívocos em relação ao sistema operacional. Por exemplo, todos alguma vez já ouviram um diálogo como este:
- Que computador você irá comprar?
- Vou comprar o Windows.
O diálogo acima demonstra um erro muito comum no mundo da informática: pensar que o sistema operacional é a máquina em si. Basicamente, o computador é composto por duas grandes categorias: hardware e software. A primeira delas se refere à parte física da máquina, ou seja, o que pode ser tocado fisicamente. Já a segunda abrange a parte lógica responsável por realizar tarefas, utilizando-se do hardware para a realização de suas tarefas.
Por isso, sistemas operacionais como o Windows, Linux ou o MAC OS, são apenas softwares que gerenciam toda a atividade do hardware, mas não o computador em si. Consequentemente, em um PC que contenha um dos SOs citados acima, quase sempre é possível instalar outro.
Sistemas operacionais primitivos
Primeiramente, vamos tratar sobre a gênese dos sistema operacionais, abordando a forma como eram desenvolvidos nas décadas de cinquenta, sessenta e setenta.
Máquinas que não usavam SO
A primeira geração da computação moderna (1945-1955) não trabalhava com o conceito de sistema operacional propriamente dito, visto que as operações eram setadas através de hardware. Por exemplo, chaves, quilômetros de fios e luzes de aviso, como na foto abaixo do Eniac. Nesse período, era muito comum que a mesma pessoa projetasse, programasse e utilizasse os computadores. A principal implicação desta abordagem é o fato de que era muito difícil criar rotinas programáveis, exigindo trabalho intenso dos operadores de máquinas.
Sistema operacional não é a maquina
Atualmente, ainda são comuns alguns equívocos em relação ao sistema operacional. Por exemplo, todos alguma vez já ouviram um diálogo como este:
- Que computador você irá comprar?
- Vou comprar o Windows.
O diálogo acima demonstra um erro muito comum no mundo da informática: pensar que o sistema operacional é a máquina em si. Basicamente, o computador é composto por duas grandes categorias: hardware e software. A primeira delas se refere à parte física da máquina, ou seja, o que pode ser tocado fisicamente. Já a segunda abrange a parte lógica responsável por realizar tarefas, utilizando-se do hardware para a realização de suas tarefas.
Por isso, sistemas operacionais como o Windows, Linux ou o MAC OS, são apenas softwares que gerenciam toda a atividade do hardware, mas não o computador em si. Consequentemente, em um PC que contenha um dos SOs citados acima, quase sempre é possível instalar outro.
Sistemas operacionais primitivos
Primeiramente, vamos tratar sobre a gênese dos sistema operacionais, abordando a forma como eram desenvolvidos nas décadas de cinquenta, sessenta e setenta.
Máquinas que não usavam SO
A primeira geração da computação moderna (1945-1955) não trabalhava com o conceito de sistema operacional propriamente dito, visto que as operações eram setadas através de hardware. Por exemplo, chaves, quilômetros de fios e luzes de aviso, como na foto abaixo do Eniac. Nesse período, era muito comum que a mesma pessoa projetasse, programasse e utilizasse os computadores. A principal implicação desta abordagem é o fato de que era muito difícil criar rotinas programáveis, exigindo trabalho intenso dos operadores de máquinas.
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